Hidrogénio - Boomerang || Beef Para Sanguinário || Faça o Download






“Boomerang” é o tema da nova música do rapper Hidrogénio. Beef directo para Sanguinário.


Letra da Música:
Hidrogénio - Boomerang

Estive a ouvir a tua conversa sobre abandonar a filha/ 
metes nojo, tu não sabes o que é vivar pela família/
 sou pai mais do que um exemplo, também podes saber do Mono/
 paternalismo é qualidade da qual eu me sinto dono. 
E estás no sono da ira, deliras, sinto-te febril/
 a cada verso que cospes a tentar mostrar um skill/ 
fazes-me sentir o Asterix a carregar um peso morto/
 tu morrestes com o CFKAPPA, dou pêsames ao Inamoto.
 Eu devo ser Allan Kardec, estou a falar pra espíritos/
 nem com os livros do Flagelo me trazes versos complexos/
 tua vida dupla gera tédio, todos dias tens novo amigo/
 só espero que a verticalidade mostra o que falas do Konkreto. 
Concretamente falando, teu underground é uma fraude/ 
gritas fora Zé Dú, mas no fundo o povo sabe/ 
tu segues sempre tendências, vi no álcool com o Drunk Masta/
 quase abandonaste o gémeo pra ser mais um na Masta Kappa.
 Só que o Kappa tem bons gostos, por isso és só mais um estafeta/ 
menino dos recados, que amealha umas sobras/ 
tens um pescoço de girafa, mas com as cores das zebras/ 
eu sou um rafeiro benguelense e te amedronto só com a sombra. 
Festejas por estares na TV, conheço muitos como tu/
 papa merdas, pau mandado, movidos pelo kumbú/
 renunciastes a mansão, mas em parte dela dormes/
 teu mau feitio é genético, metes nojo só no nome… 
Apago a tua luzinha quando o meu reflexo impera/
 verbalista nato, Kool Moo Dee da nova era/ 
linhas correm nas veias, adrenalina pra fera/
 Anibal Lecter pra tua espécie, tomo whyski na tua cavera. 
Queres brincar as heroínas, escolheste o vilão errado/ 
corto teu pulso, extraio o sangue dou beber o teu mano/
 revú do facebook, o quê que tu sabes otário/
 hoje falas de 15+2, mas nem sabes do itinerário.
 Estive no princípio, estarei até que acabe/ 
sentes-te um Ché Guevara por dares o cú ao Luaty?/ 
não tens moral, enches a pança com a penúria dos outros/
 artista mata artistas, a kano kortado só tem um moço? 
Tu és básico, flácido, teu oxigénio é inorgânico/ 
és só um riquinho mimado armado em puto do bairro/ 
habituado a imitação porque nasceu duplicado/ 
e patrocina as musicotas com o dinheiro do estado. 
A mim não enganas, não matas nem fazes porra nenhuma/ 
e eu só não te matei antes, porque tenho amigos na turma/
 andas perdido nos livros, em busca de liricísmo/ 
nem que te apegues ao ermo, deixo teu crivo estendido. 
Venho dos escombros, teu sopro não é nada, eu sou um vendaval/ 
atrofio as tuas noites tal como faz o Jeucal/
 mas isso aqui é entre nós deixo de lado a tua dama/
 e só espero que o Inamoto te tenha posto as fraldas. 
Sou como os magos de Kemet, domino o mundo a minha volta/
 frente a frente te engulo, e cuspo na cara da tua tropa/ 
tu não és pário, és pária como a tal tropa sanguinária/ 
que grita viva a nossa cobra, como se tivessem malária. 
Vives na terra de um rei cego, sonhador inanimado/ 
como as hienas do simba lambendo o scar afeminado/ 
não tens a cura e não pura alma que dizes pôr na música/ 
não comprometas aos outros, tua existência é que era lúdica.
 Tens vidas infantís na mão, teu conforto vem do erário/ 
público, que sustenta os teus filhos, a cada soro desviado/ 
pois as cameras não pagam tanto, não mintas que eu sei/ 
tu não mereces respeito, nem na comunidade Gay.


Partilhar no Google Plus

Sobre: Néfilim Hespanhol

12 Transfusons.
Enviar um comentário